quinta-feira, 12 de maio de 2016

Que seja doce

A batalha mais doce do Brasil continua nas telas do GNT – e, nessa segunda temporada, só assistir já vai ser uma festa!
A cada episódio, três confeiteiros tentarão reproduzir ou até inventar doces para algumas das celebrações mais típicas e conhecidas do Brasil e do mundo. 

Eles terão que achar soluções e recorrer a toda a sua técnica e conhecimento para provarem que são o melhor no tema do dia, seja ele Despedida de Solteira, Natal, Halloween, Festas do Divino, Chá de Bebê, Círio de Nazaré ou muitos, muitos outros!
Esse modelo, de uma competição fechada por episódio, é vantajoso para a TV paga. "A gente prefere que os [realities] diários sejam assim, porque a pessoa pode acompanhar todo dia ou ligar uma vez só e ver o episódio completo. Assim também tem mais valor de reprise", explica D'Avila.

Crumble, ganache, massa brisée, sablé, creme inglês (que não é molho Worcestershire). São termos que, em um momento de distração, podem sair da boca de um dos jurados do programa
"A confeitaria é extremamente técnica, precisa. Não tem a mesma vivência empírica que a cozinha, em que você pode pôr água para diluir o sal, por exemplo", comenta Strongoli.
Strongoli chama a atenção por seu rigor técnico. Ao degustar os pratos, ele desmonta, esfrega, espalha pelo prato e cheira, tudo para "decupar" o doce e deduzir, a partir da textura e dos gostos, como foi o processo de preparo e quais os ingredientes utilizados. Ele diz que começou a se policiar para não usar tantos jargões e procura, hoje, explicar de forma ilustrativa.
O conhecido chef Felipe Bronze orienta os confeiteiros por um caminho cheio de obstáculos, surpresas e dificuldades em que o objetivo é apenas um: deliciar os jurados Lucas Corazza, Carole Crema e Roberto Strongoli!
Quer conhecer mais clica aqui e confere: 
http://gnt.globo.com/programas/que-seja-doce/

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