quarta-feira, 9 de março de 2016

Pimenta preta

A pimenta-preta (Piper nigrum), também conhecida como pimenta-redonda e, no Brasil, como pimenta-do-reino, é uma das mais antigas especiarias conhecidas. Os seus grãos, secos e moídos, são muito usados na culinária de diversos países. Tem um sabor forte, levemente picante, proveniente de um composto químico chamado piperina.


Para produzir a pimenta preta, as espigas são colhidas quando as drupas estão completamente desenvolvidas, de coloração verde-claro ou amarelada, debulhadas mecanicamente em debulhadores ou manualmente. Há produtores que não costumam debulhar a pimenta. Neste caso, as espigas são colocadas para secar ao sol, e durante o processo de secagem as drupas secas vão se desprendendo do eixo da espiga. Durante o processo de revolver a pimenta para que a secagem fique uniforme, retiram, com um pequeno rodo de madeira, os eixos das espigas que estão misturados com o produto. A maioria da pimenta produzida é seca ao sol. Poucos produtores utilizam secadores a lenha ou a diesel.
Substância encontrada na Pimenta do Reino Mostrou-se efeitos positivo no combate ao Câncer.
Um estudo ainda revelou que a Pimenta do Reino e o Açafrão consumidos juntos em uma quantidades normais, foi capaz de destruir as células-tronco do câncer de mama. Células-tronco cancerígenas que são difíceis de se livrar com a quimioterapia e outros tratamentos de câncer. Além curcumina, a Piperina na Pimenta do Reino também aumenta a absorção de vários outros nutrientes, incluindo Selênio, vitamina B, a curcumina, e beta-caroteno. Ao se Comer Pimenta do Reino aumenta a produção de ácido clorídrico, uma enzima digestiva que ajuda a reduzir o tempo do trânsito de alimentos através dos intestinos, o que impede o gás, azia e prisão de ventre. A piperina na Pimenta do Reino é um termogênico natural, ou seja, aumenta o metabolismo e aumenta o número de calorias queimadas pelo organismo. Acredita-se também que ajuda a provocar uma sensação de saciedade.

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